segunda-feira, 11 de setembro de 2017
terça-feira, 11 de julho de 2017
FÉRIAS, FÉRIAS, FÉRIAS !!!

Chegados a mais um final de ano letivo, queremos agradecer a todos os nossos utilizadores, a vossa presença, as vossas solicitações e as vossas sugestões.
Para o ano contamos poder melhorar, sempre, com a vossa contribuição.
Ficam algumas ideias para o verão, especialmente para os mais novos, que o tempo, quando se é jovem, passa de-va-ga-ri-nho. Divirtam-se e A-PRO-VEI-TEM!
Equipa da biblioteca escolar 2016-2017.
Destacamos neste site valioso (https://pumpkin.pt/), algumas
dicas para as férias de pais e filhos.
Não percam...
https://pumpkin.pt/familia/atividades-com-miudos/brincar-brinquedos-criancas/a-arte-de-brincar_3/
Finalmente, lápis de cor, afiadeira e borracha, a jeito para pintar...

E um simples lápis de carvão ou uma lapiseira podem servir para uns belos textos que os desenhos inspirem...
segunda-feira, 19 de junho de 2017
As onomatopeias ouviram-se na BIBLIOTECA
Uma das principais missões da biblioteca escolar é trabalhar com alunos e professores no apoio ao currículo e quando isso acontece todos nos sentimos gratificados.
A proposta de trabalhar com os alunos de 2º ano as ONOMATOPEIAS foi planificada para 2 momentos.
Primeiro, na biblioteca, explorámos um texto de Cecília Meireles, "A língua do nhem", proposto pela professora titular de turma, com recurso à leitura feita por fantoches simples e o visionamento de uma apresentação com imagens, palavras, sons e movimento.
Na exploração do que se viu e escutou cada aluno reproduziu os sons ouvidos associando-os à sua fonte: animal, objeto, elemento da natureza.
Depois, na sala de aula exploraram-se as onomatopeias como recursos expressivos que entram nos textos e lhes dão realismo e graciosidade.
Cada aluno inventou uma frase e ilustrou-a.
Num 2º momento os alunos voltaram à biblioteca, mostraram e leram as frases inventadas.
Registámos e editámos som e imagem, resultando o filme que aqui divulgamos.
A proposta de trabalhar com os alunos de 2º ano as ONOMATOPEIAS foi planificada para 2 momentos.
Primeiro, na biblioteca, explorámos um texto de Cecília Meireles, "A língua do nhem", proposto pela professora titular de turma, com recurso à leitura feita por fantoches simples e o visionamento de uma apresentação com imagens, palavras, sons e movimento.
Na exploração do que se viu e escutou cada aluno reproduziu os sons ouvidos associando-os à sua fonte: animal, objeto, elemento da natureza.
Depois, na sala de aula exploraram-se as onomatopeias como recursos expressivos que entram nos textos e lhes dão realismo e graciosidade.
Cada aluno inventou uma frase e ilustrou-a.
Num 2º momento os alunos voltaram à biblioteca, mostraram e leram as frases inventadas.
Registámos e editámos som e imagem, resultando o filme que aqui divulgamos.
terça-feira, 23 de maio de 2017
sexta-feira, 21 de abril de 2017
Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor
José
Jorge Letria nasceu em Cascais em
1951.
Estudou Direito e História e é pós-graduado em Jornalismo Internacional. Com dezenas de livros publicados em diversas áreas, foi distinguido com importantes prémios literários nacionais e internacionais. É um dos mais destacados nomes da literatura infanto-juvenil em Portugal e autor de programas de rádio e televisão. Está traduzido em várias línguas.
Integrou, com José Afonso, Adriano e Manuel Freire, entre outros, o movimento da canção de resistência, tendo sido agraciado em 1997 com a Ordem da Liberdade.
Foi, durante oito anos, vereador da Cultura da Câmara de Cascais. É, desde Janeiro de 2011, presidente da Sociedade Portuguesa de Autores.
É coautor, com José Fanha, de várias antologias de poesia portuguesa.
Estudou Direito e História e é pós-graduado em Jornalismo Internacional. Com dezenas de livros publicados em diversas áreas, foi distinguido com importantes prémios literários nacionais e internacionais. É um dos mais destacados nomes da literatura infanto-juvenil em Portugal e autor de programas de rádio e televisão. Está traduzido em várias línguas.
Integrou, com José Afonso, Adriano e Manuel Freire, entre outros, o movimento da canção de resistência, tendo sido agraciado em 1997 com a Ordem da Liberdade.
Foi, durante oito anos, vereador da Cultura da Câmara de Cascais. É, desde Janeiro de 2011, presidente da Sociedade Portuguesa de Autores.
É coautor, com José Fanha, de várias antologias de poesia portuguesa.
Luísa Ducla Soares nasceu em Lisboa a 20 de
julho de 1939. É licenciada em Filologia Germânica pela Universidade Clássica
de Lisboa. Iniciou a sua atividade profissional como tradutora, consultora
literária e jornalista, tendo sido diretora da revista de divulgação
cultural Vida (1971-2). Colaboradora de diversos
jornais e revistas, estreou-se com um livro de poemas, Contrato, em 1970.
Foi Adjunta do Gabinete do Ministro da Educação (1976-8).
Trabalhou de 1979 a 2009 na Biblioteca Nacional onde iniciou a sua atividade realizando uma bibliografia da literatura para crianças em Portugal. Foi assessora principal desta instituição e responsável pela Área de Informação Bibliográfica. Aí organizou, no centenário de Andersen, uma exposição, acompanhada de catálogo, sobre Andersen em Portugal e diversas exposições.
Dedicada especialmente à literatura para crianças e jovens, em prosa bem como em poesia, publicou mais de uma centena de obras neste domínio.
Muitos dos seus poemas foram musicados (por Suzana Ralha, Daniel Completo, João Portugal, Óscar Ribeiro e outros compositores) tendo sido editados em diversos CD. Escreveu guiões televisivos sobre língua portuguesa para os mais jovens. É sócia fundadora do Instituto de Apoio à Criança. Realizou todos os sites de Internet da Presidência da República para crianças e jovens no mandato do Presidente Jorge Sampaio. Tem elaborado para o Instituto Português do Livro e das Bibliotecas e para o Ministério da Educação diversas publicações seletivas da literatura infantil nacional e internacional.
Junto de escolas e bibliotecas, desenvolve regularmente ações de incentivo à leitura. Participa frequentemente em colóquios e encontros, apresentando conferências e comunicações sobre a problemática relacionada com os jovens e a leitura e sobre literatura para os mais novos.
Recusou, por motivos políticos, o Grande Prémio de Literatura Infantil com que o SNI pretendeu distinguir o seu livro História da Papoila em 1973. Recebeu o Prémio Calouste Gulbenkian para o melhor livro do biénio 1984-5 por Seis histórias às Avessas e foi galardoada com o Grande Prémio Calouste Gulbenkian pelo conjunto da sua obra em 1996. Foi candidata de Portugal ao Prémio Andersen.
Em 2004, foi escolhida pela Secção Portuguesa do IBBY (International Board on Books for Young People) como candidata ao Prémio Hans Christian Andersen. Em 2009, a Sociedade Portuguesa de Autores distinguiu-a com a sua Medalha de Honra. Em 2010, foi proposta pela DGLB como candidata de Portugal ao Prémio Ibero-Americano SM de Literatura Infantil e Juvenil.
Foi Adjunta do Gabinete do Ministro da Educação (1976-8).
Trabalhou de 1979 a 2009 na Biblioteca Nacional onde iniciou a sua atividade realizando uma bibliografia da literatura para crianças em Portugal. Foi assessora principal desta instituição e responsável pela Área de Informação Bibliográfica. Aí organizou, no centenário de Andersen, uma exposição, acompanhada de catálogo, sobre Andersen em Portugal e diversas exposições.
Dedicada especialmente à literatura para crianças e jovens, em prosa bem como em poesia, publicou mais de uma centena de obras neste domínio.
Muitos dos seus poemas foram musicados (por Suzana Ralha, Daniel Completo, João Portugal, Óscar Ribeiro e outros compositores) tendo sido editados em diversos CD. Escreveu guiões televisivos sobre língua portuguesa para os mais jovens. É sócia fundadora do Instituto de Apoio à Criança. Realizou todos os sites de Internet da Presidência da República para crianças e jovens no mandato do Presidente Jorge Sampaio. Tem elaborado para o Instituto Português do Livro e das Bibliotecas e para o Ministério da Educação diversas publicações seletivas da literatura infantil nacional e internacional.
Junto de escolas e bibliotecas, desenvolve regularmente ações de incentivo à leitura. Participa frequentemente em colóquios e encontros, apresentando conferências e comunicações sobre a problemática relacionada com os jovens e a leitura e sobre literatura para os mais novos.
Recusou, por motivos políticos, o Grande Prémio de Literatura Infantil com que o SNI pretendeu distinguir o seu livro História da Papoila em 1973. Recebeu o Prémio Calouste Gulbenkian para o melhor livro do biénio 1984-5 por Seis histórias às Avessas e foi galardoada com o Grande Prémio Calouste Gulbenkian pelo conjunto da sua obra em 1996. Foi candidata de Portugal ao Prémio Andersen.
Em 2004, foi escolhida pela Secção Portuguesa do IBBY (International Board on Books for Young People) como candidata ao Prémio Hans Christian Andersen. Em 2009, a Sociedade Portuguesa de Autores distinguiu-a com a sua Medalha de Honra. Em 2010, foi proposta pela DGLB como candidata de Portugal ao Prémio Ibero-Americano SM de Literatura Infantil e Juvenil.
Pedro Seromenho
Rocha, de nacionalidade portuguesa, nasceu sob a constelação de gémeos em 1975,
na cidade de Salisbúria (Harare), República do Zimbabué. Com apenas dois anos
de idade fixou-se em Tavira e mais tarde em Braga, onde atualmente reside. Embora formado em Economia,
Pedro Seromenho dedica-se inteiramente a escrever e a ilustrar livros para
várias editoras nacionais e brasileiras. Depois do sucesso do livro "A
Nascente de Tinta", o autor regressa agora ao mundo do sonho e da imaginação com "O Reino do
Silêncio".
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